Fórum Econômico Mundial de Davos, Suiça marca a corrida para a 4º Revolução Industrial.

Séculos atrás o patrono da guarda nacional dos bombeiros da Filadélfia, Pensilvaniana, EUA, Benjamin Franklin não imaginaria que a sua mais importante descoberta, a energia elétrica poderia revolucionar a maneira como estávamos habituados a viver devido a importância da sua pesquisa para o fornecimento de eletricidade nos EUA e no mundo. 266 anos depois o acelerador de partículas brasileiro (Sirius), integra um complexo de pesquisa avançado no Brasil, destacando o país juntamente com o LHC, franco-suiço, iniciativa da União Europeia.

A reunião anual do Fórum Econômico Mundial de 2019 ocorreu em Davos, Suíça, e contou com a participação de líderes mundiais, CEOs, e demais convidados a discutir as novas tendências da era da informação, assuntos relacionados ao impacto sócio-econômico que estes recursos trazem para a sociedade, a educacional, a economia, o meio ambiente, além de assuntos relacionados com a transformação da tecnológica global, como a tecnologia cognitiva a e computação quântica, ambos adventos que possuem potencial a ser explorados por estas organizações globais. A 4º revolução industrial tratou, também, da interação entre a interface homem-máquina em que, para tanto, é necessário discutir os pontos positivos e negativos desse processo, o que está em transformação real para uma plataforma mais avançada através da Inteligência Artificial - AI capaz até mesmo de interagir com outros "robôs" e aprender com estas experiências. Porém, os sentimentos humanos permanecem dependentes de seus tutores criadores e clientes desse produto, em um esforço que promete melhorar o desempenho da produção e reduzir custos com mão de obra, ou seja, otimizar o resultado. (Gutenberg)

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